TRÊS CONSELHOS INFALÍVEIS PARA SUPERAÇÃO DOS LIMITES

Atualizado: Jul 30


Você pode até sonhar que sua vida não terá limites, mas cedo ou tarde você precisa acordar... Quem tem sonhos, quem deseja alcançar grandes realizações precisa o quanto antes identificar seus limites, conhecê-los e administrá-los.

Se você tem grandes sonhos e metas, porém sentem que está sempre girando em torno dos mesmos problemas, que tal refletir um pouco sobre limites que estão atrapalhando seus projetos. Meu conselho fundamental: tenha com você uma folha ou caderno e uma caneta. Aprender a fazer boas anotações faz toda diferença.


Primeiro conselho: identificar meus limites

Todas as pessoas que dizem ter superado limites são pessoas que aprenderam primeiro a identificar seus limites. Essas pessoas aprenderam a responder as seguintes questões:


Quais são minhas fraquezas?

Do que ou de quem dependo para ser o que sou, para pensar o que penso, para reagir como eu reajo?

Quais são as habilidades de que não disponho? O que não sei? O que não sou capaz de realizar?

Quais medos me dominam?


É necessário identificar, como alguém que faz uma lista. Você pode anotar isso tudo numa folha de papel, ou em seu caderno de anotações pessoais.


O segundo conselho é conhecer os próprios limites: examiná-los em profundidade

Além de identificar, você precisa aprender a conhecer seus limites. Conhecer é fazer relações entre as coisas, ser capaz de classificar, de explicar sua origem, de avaliar seu desenvolvimento. Conhecer é sempre algo que exige profundidade. As perguntas anteriores podem ser reformuladas:


Quais são minhas fraquezas em comparação a quem? As minhas fraquezas indicam aspectos da minha vida que eu pouco tentei desenvolver? Tenho dado devida atenção para superar as fraquezas que identifiquei? Tenho me resignado a aceitar uma fraqueza sem querer superá-la?

Do que e de quem dependo...? Dependo porque não há outro modo? Dependo porque eu mesmo criei a dependência? Dependo porque não tenho alternativas, dependo porque não vejo alternativas ou dependo porque as alternativas parecem me custar mais, exigir mais? A minha dependência é um fato ou é uma negligência minha? A minha dependência é resultado do meu medo de mudança, da minha covardia?

Em relação às habilidades que não tenho, ao conhecimento que não disponho ou às coisas que não consigo realizar: o quanto isso tudo depende de mim, de pequenas escolhas e esforços? Costumo me resignar como se nada dependesse de mim?


Conhecer os medos que nos dominam significa sempre encarar o desconhecido. O medo é a angústia daqueles que precisam dar um passo em terreno desconhecido. Muitas vezes, renunciamos a conquistar grandes coisas por medo de ousar pensar diferente, de fazer diferente e de viver com mais autenticidade. Fugimos de pagar o preço por novas escolhas e aceitamos uma vida barata cheia de medos.


Limites organizados, limites superados: eis o terceiro conselho

O que não aprendemos a organizar, não podemos controlar. Se você quer superar seus limites, deve aprender a administrá-los. Depois que você fez a lista dos seus limites e procurou conhecê-los com mais profundidade, agora é o momento de você reorganizar sua vida para superá-los.

Nesse momento, quero que você faça essa revisão da sua vida pensando em três ideias importantes: dependência, tempo e pessoas. Reveja suas anotações questionando-se em relação a estes três pontos ou conselhos extras...


1. O que depende de mim e o que não depende de mim

Evite dois pensamentos extremos: nem tudo depende apenas de mim nem eu dependo exclusivamente das coisas fora de mim. Há uma gradação entre nossa liberdade e a dependência que temos das circunstâncias. Aprenda a observar essas coisas, aprenda a reconhecer os graus de cada coisa que apenas depende de você e de outras que você depende de pessoas ou circunstâncias; ao pensar, por exemplo, em suas possíveis decisões ou prioridades, avalie seu grau de dependência.


2. Tempo... pode ser vilão ou parceiro

O tempo muda o rumo de muitas coisas e devemos confiar na força do tempo. O pouco que você faz hoje, mas se fizer sempre e dando o seu melhor sempre é muito mais do que o muito que alguém tenta fazer na última hora. Faça pouco, mas faça sempre: isso trará uma grande diferença na sua vida. Lembra da historinha da tartaruga e da lebre? Pois é, ela ainda não perdeu sua validade.


O seu esforço faz do tempo um grande parceiro, mas sua negligência deixa o tempo irritado com você. Sua negligência faz o tempo se sentir desperdiçado, maltratado. E ele ficará ressentido com você. Cuidado.


Assim, olhando para as anotações que você fez, pergunte-se sobre o quanto o tempo pode ser seu parceiro. Planeje seu futuro próximo (próximos dias, meses) e o seu futuro mais distante (metas maiores em anos).


3. Aprenda a colocar cada pessoa no seu lugar

Ninguém consegue administrar a própria vida se não sabe qual lugar as pessoas ocupam na vida delas. Reveja todas as pessoas com quem você convive: que lugar elas ocupam na sua vida? Você sabe colocá-las em seu devido lugar?


Todas têm a mesma importância?

Todas merecem do mesmo modo a sua atenção?

Todas têm direito de lhe influenciar do mesmo modo, de exigir as mesmas coisas de você?

Todas as pessoas, em qualquer hora ou situação merecem seu sim, seu não?


Se você não aprende o lugar que cada pessoa deve ocupar na sua vida e como você deve tratar a cada uma, você nunca terá foco nem direção. Administrar os limites é também colocar limites aos relacionamentos que estabelecemos com as pessoas. Sem essa estratégia, teremos sempre a sensação de sermos sufocados pelas pessoas.

Pensando nisso, olhando suas anotações, repense a importância e o lugar de determinadas pessoas nas suas próximas decisões, nas suas escolhas e preocupações.



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